Documentar como sua equipe
usa IA não é detalhe — é processo.
A Tesselar existe para ajudar organizações a transformar o uso ad hoc de ferramentas de geração de texto em algo que pode ser ensinado, mantido e melhorado.
← Voltar ao inícioComo a Tesselar surgiu
A Tesselar nasceu em 2023 de uma observação simples: equipes de comunicação, marketing e operações no Brasil passaram a usar ferramentas de geração de texto sem nenhuma estrutura compartilhada. Cada pessoa escrevia pedidos à sua maneira. Os resultados variavam. O retrabalho era constante.
Os fundadores, que vinham de experiências em agências de conteúdo e consultoria de processos, viram que o problema não era a ferramenta — era a ausência de documentação sobre como usá-la. A mesma questão que a engenharia de software resolveu há décadas com padrões e convenções ainda não tinha chegado ao trabalho com texto.
Com sede no Leblon, Rio de Janeiro, a Tesselar atende equipes de diferentes portes que querem sair do improviso e construir uma forma de trabalho com IA que possa crescer junto com a organização.
O que nos orienta
Clareza antes de velocidade
Um prompt bem construído economiza mais tempo do que dez iterações rápidas. Nosso trabalho é ajudar equipes a pensar antes de digitar.
Conhecimento que não some
Tudo que entregamos é documentado de forma que a equipe consegue manter e evoluir sem depender de suporte contínuo.
Escopo honesto
Não vendemos projetos maiores do que o necessário. Se um kit básico resolve, é o kit básico que recomendamos.
As pessoas por trás da Tesselar
Luciana Campos
Sócia-fundadora · Estratégia de Conteúdo
Dez anos em agências de conteúdo antes de fundar a Tesselar. Lidera os projetos de biblioteca de prompts e guias de tom.
Rodrigo Figueiredo
Sócio-fundador · Processos e Documentação
Vindo da consultoria de processos, cuida da estrutura dos manuais operacionais e dos roteiros de manutenção de biblioteca.
Isabela Moura
Especialista em Avaliação de Prompts
Responsável pelos checklists de avaliação e pelas rodadas de revisão. Garante que a biblioteca entregue funcione na prática.
Padrões que guiam cada projeto
Levantamento antes da escrita
Todo projeto começa com a coleta de material real da equipe — pedidos existentes, publicações, entrevistas. Não presumimos o que a organização precisa.
Revisão com quem usa
Cada entrega passa por ao menos uma rodada de feedback com as pessoas que vão usar o material no dia a dia, não apenas com os gestores.
Confidencialidade contratual
Todo engajamento é coberto por acordo de confidencialidade assinado antes do início. Prompts, guias e manuais produzidos são propriedade do cliente.
Entregas que a equipe mantém
Cada documento inclui instruções de manutenção. A meta é que a equipe consiga atualizar a biblioteca sem precisar contratar apoio a cada mudança.
Escopo por escrito
O que será entregue, em quanto tempo e com quantas rodadas de revisão fica descrito na proposta antes do início — sem surpresas ao longo do projeto.
Linguagem acessível
Guias e manuais são escritos para quem usa as ferramentas, não para especialistas em IA. Termos técnicos são explicados quando aparecem.
Design de prompts como prática organizacional
A geração de texto com ferramentas de IA entrou nas rotinas de trabalho de muitas equipes brasileiras nos últimos anos. O que não acompanhou esse movimento foi a documentação sobre como pedir bem. Cada colaborador desenvolve sua própria abordagem, sem referência compartilhada, sem convenção de nomes, sem critérios para avaliar se um prompt está funcionando.
O resultado é que times que trabalham com as mesmas ferramentas produzem resultados inconsistentes. Um departamento usa a ferramenta para rascunhar textos comerciais, outro para resumir documentos, um terceiro para adaptar formatos — e nenhum documenta o que aprendeu. Quando alguém sai da equipe, o conhecimento vai junto.
A Tesselar trabalha com essa lacuna. Não vendemos treinamentos sobre IA em geral nem consultoria de transformação digital. O que fazemos é específico: ajudamos equipes a estruturar os pedidos que já escrevem, a documentar as convenções que já funcionam e a montar processos que possam ser passados adiante. O trabalho é de escrita e organização, não de tecnologia.
Atendemos equipes de comunicação, marketing, editorial, operações e áreas de suporte que já usam ferramentas de geração de texto e querem tornar esse uso mais coerente. O tamanho da organização não é o que define o projeto — o que define é o grau de formalização necessário para o momento.
Conte o contexto da sua equipe
Uma conversa de trinta minutos é suficiente para entendermos se há um projeto que faça sentido para o seu momento.
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